quinta-feira, 24 de março de 2022

Chapa Lula-Alckmin - VI [Lula, candidato a vice?]

Em entrevista à rádio de Criciúma, em Santa Catarina, o ex-presidiário Lula declarou que ainda não definiu se será candidato a presidência da República.

Adicionalmente, ele afirmou que “não quer ser candidato apenas do PT; quer ser candidato de um movimento para restabelecer a democracia no País.”

Uma polêmica envolve o vice, candidato do sonho do ex-presidiário, que é o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, sobre quem ele declarou: “O Brasil sabe muito bem quem deixou São Paulo refém do crime organizado.”

Com o histórico que o levou à condenação por corrupção bem como o encarceramento por mais de 500 dias na prisão da Polícia Federal em Curitiba, seria mais apropriado se Lula dissesse que “não quer ser candidato apenas dos corruptos do PT; e que quer ser candidato de um movimento para restabelecer a corrupção que foi neutralizada pelo atual governo.”

 

Na realidade, o Lula não tem condição de ser candidato à presidência. O povo brasileiro não admite ser governado por um ex-presidiário. Uma saída honrosa seria o Lula ser candidato a vice; mas não pode ser vice do Alckmin, afinal este só teve 4% de votos na última eleição presidencial. Então, tem que arranjar outro cabra para compor com o Lula como candidato a vice.

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[Divulgado no portal Metrópolis em 24/Mar/2022]

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Falsidade do proselitismo petista

Na tentativa de angariar o apoio de políticos e eleitores, o ex-honesto, ex-corrupto, ex-condenado e ex-presidiário, agora pré-candidato a presidência da República, está anunciando que antigos correligionários, comparsas das tramoias praticadas nos governos petistas, estarão afastados de um eventual governo, em caso de sua vitória.

Como o proselitismo político não tem compromisso com a coerência e com a verdade, é fundamental comparar eventos do passado com o que está ocorrendo no presente.

 

No passado, referindo-se a Alckmin, Lula declarou: “O Brasil sabe muito bem quem deixou São Paulo refém do crime organizado.”

Agora, Lula declarou sobre o PT: "Contraditório seria eu ter um vice do PT porque seria uma soma zero. Não acrescentaria nada". 

Claro, para repetir o que já fizera no passado, ele precisa de algum especialista muito qualificado e com muita experiência, a seu lado.

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[Divulgado no Estadão online de 24/Mar/2022]

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Indenização por falar a verdade

O ex-procurador Deltan Dallagnol foi condenado pela Quarta Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) a pagar indenização de R$ 75 mil por danos morais ao Sr. Lula por ter apresentado, em palestra, a caracterização do ex-presidiário como corrupto, condutor de atividades de corrupção e beneficiário dos recursos oriundos de ilicitudes.

Em consequência, o Sr. Lula declarou “ter pena dos moleques messiânicos da Lava Jato”. Ademais, mencionou que "eles tentaram quase que destruir (...) a Polícia Federal também teve delegados irresponsáveis, e teve um juiz irresponsável como cidadão que eu não vou dizer o nome dele".

 

Chamar alguém de honesto, incorruptível, defensor da ética, propagador da verdade e pertencente ao universo dos que possuem ilibada conduta, é permitido. 

Se algum cidadão que, em discurso e na prática, se comporte de forma contrária às virtudes citadas, for nominado com os adjetivos e atributos devidos, é proibido. E, se alguém ousar fazê-lo é condenado a pagar indenização. 

Por isso, a justiça criminal brasileira é classificada pelo World Justice Project em 112º. lugar em 139 países avaliados.

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[Divulgado na Folha de São Paulo online de 24/Mar/2022]

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Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 – XII

VER TAMBÉM

[Clique sobre o título]

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Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - XXXIII

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - XXXII

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - XXXI

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - XXX

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - XXIX

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - XXVIII

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - XXVII

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - XXVI

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - XXV

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - XXIV

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - XXIII

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - XXII

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - XXI

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - XX

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 – XIX

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 – XVIII

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - XVII

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - XVI

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - XV

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 – XIV

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 – XIII

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 –   XI

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022  –   X

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 –   IX

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - VIII

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 -  VII

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 -   VI

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 -    V

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 -  IV

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 - III

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 -   II

Pesquisa para o pleito presidencial de 2022 -    I

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O consagrado colunista William Waack publicou no Estadão o artigo “A recuperação de Bolsonaro”, em que trata da reação do presidente nas pesquisas de opinião e nas consequências para o ex-presidente Lula e para os demais pré-candidatos à presidência da República. 

O Sr. Waack dá uma de sábio e, subliminarmente, se propõe a alertar os oposicionistas de que o presidente está no páreo e, portanto, é conveniente buscar alternativas de estratégias para enfrentá-lo. Ocorre que o Sr. Waack parte de uma premissa falsa: a confiabilidade das pesquisas de opinião. 

Analistas políticos, intelectuais falsos ou não, outros formadores de opinião e ele próprio têm se mostrado cegos e surdos diante da realidade. Como acreditar em pesquisas de opinião que mantém na dianteira um ex-honesto, ex-corrupto, ex-condenado e ex-presidiário impedido de sair às ruas, ir a restaurante e caminhar em aeroporto, sob pena de ser vaiado e escorraçado pelos cidadãos?

Ademais, ao mencionar “recuperação de Bolsonaro”, mesmo diante de dados que chegam à beira do ridículo (44% para Lula contra 26% para Bolsonaro), não estaria o colunista se precavendo da desmoralização que adviria de um possível resultado contrário ao que ele tem defendido?

 

De resto, o autor menciona as camadas “pensantes” das elites políticas e econômicas, além das intelectuais. As aspas são um ato falho ou um ato proposital para chamar a atenção dos “pensadores”? Seria conveniente identificar os integrantes das elites “pensantes”. 

O sábio está se referindo aos responsáveis pela classificação da Justiça Criminal brasileira em 112º., em 139 países avaliados; pelas urnas eletrônicas brasileiras SEM voto auditável, na companhia de Butão e Bangladesh; e pelos 100 milhões de brasileiros sem esgoto?

Ou, simplificando, está se referindo aos defensores de um ex-honesto, ex-corrupto, ex-condenado e ex-presidiário na Presidência?

 

No atinente aos comentários dos leitores, uma parcela deles mergulha no campo da grosseria e das ofensas, com alegações alicerçadas na falsidade. 

 

Pelo nível de avaliação, argumentação e inferência dos opositores sobre a realidade brasileira, o resultado das eleições é previsível e a vitória será fácil. 

O sujeito tem o direito líquido e certo de gostar de lamber o limão cortado ao meio, mas dizer que o limão é doce é um problema de distopia de neurônios e respectivas interfaces. 

É terrível constatar que desenhar, separar sílabas ou até mesmo soletrar não é suficiente para essa turma usar a faculdade fundamental do ser humano: pensar! Convenhamos, chupar limão, sentir dor e sofrer deve ser terrível!

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[Divulgado no Estadão online de 24/Mar/2022]

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terça-feira, 22 de março de 2022

Supremas Cortes dos Estados Unidos, França e Brasil

VER TAMBÉM

Cientistas políticos e a conjuntura brasileira

O ex-presidente Michel Temer tem defendido “que só há uma solução para quem se eleger presidente da República em outubro: propor um pacto nacional consistente para reconstruir as condições políticas e o País.”

Nesse sentido, o Sr. Temer argumenta que o ex-presidente Lula for o eleito, seus opositores, adeptos de Bolsonaro, se posicionarão contra as urnas eletrônicas, a Suprema Corte e o Tribunal Superior Eleitoral. Se Bolsonaro vencer, os lulistas vão para as ruas em estado de desequilíbrio e confusão. Ele acrescenta que quem ganhar “vai passar quatro anos atormentado, com denúncias, ameaças, pedidos de impeachment”.

Primeiro engano ou conspurcação da verdade: os bolsonaristas não se posicionarão contra as urnas eletrônicas, mas sim contra as urnas eletrônicas sem voto auditável como ocorre apenas no Brasil, Butão e Bangladesh, dentre os mais de 40 países que adotam processo eleitoral com urna eletrônica.

Ademais, o Sr. Temer não precisaria futucar o futuro, bastaria avaliar o papel da mídia, dos intelectuais e dos ministros do STF na ação deletéria contra o presidente Bolsonaro neste seu primeiro mandato. 

Mais do que isso, convém questionar as razões pelas quais os integrantes da Suprema Corte se comportam de forma tão inconsequente.

 

Pacto não resolve! As razões podem ser inferidas pela comparação dos perfis dos integrantes da Suprema dos Estados Unidos com os perfis dos integrantes do Supremo Tribunal Federal do Brasil.

Eis os atributos dos Ministros da Suprema Corte dos EUA: 

-    oito foram formados em Harvard ou Yale, e um em Notre Dame; 

-    todos têm consagrada carreira jurídica em instituições judiciais; 

-    oito foram juízes de tribunal, e a nona foi ‘Dean’ da Faculdade de Direito de Harvard e Procuradora-Geral;

-    nenhum advogou para organização criminosa ou para criminoso condenado em democracia; 

-    nenhum tem atividade empresarial polêmica; 

-    nenhum é casado com advogada que atua em questões passíveis de serem levadas à Suprema Corte; 

-    nenhum trata de questões fora das previsões da Carta Magna, especialmente, em questões envolvendo os demais poderes.

 

Pacto não resolve mesmo! 

Os integrantes do ‘Conseil constitutionnel’ ou da ‘Cour de Cassation’ da França (as duas instituições que dividem, naquele País, as funções que no Brasil cabem ao STF) estão no mesmo nível da Suprema Corte americana.

Então compreende-se, com clareza cristalina, as razões pelas quais, na avaliação da respeitada associação ‘World Justice Project’, a Justiça Criminal brasileira é a 112ª colocada em 139 países avaliados. 

Compreende-se também por que os integrantes da Suprema Corte brasileira são fonte de vergonha para os cidadãos brasileiros que prezam a liberdade, a verdade e a ética.

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[Divulgado no Estadão online de 22/Mar/2022]

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Cientistas políticos e a conjuntura brasileira


O cientista político Carlo Pereira, ancorado na Fundação Getúlio Vargas, publicou artigo em que, de forma crítica, discorda do ‘scholar’ americano Steven Levitsky, quando este declarou que “a democracia brasileira sobreviveu a Bolsonaro não por vitalidade das suas instituições nem tampouco por um compromisso brasileiro com a democracia, mas por um lance de ‘sorte’, que seria o fato de Bolsonaro não ter construído maiorias legislativas e, portanto, não ter tido força necessária para manipular e subordinar as instituições ao seu projeto autoritário.”

O Sr. Pereira argumenta que “as instituições de controle, especialmente o Supremo, mas também MP, PF, TCU, agências reguladoras imprensa livre tec., têm oferecido inúmeras demonstrações de robustez e de capacidade de imposição de perdas a qualquer presidente de plantão.”

Os dois articulistas merecem severos reparos. Senão vejamos!

 

O Sr. Levitsky faria melhor se cuidasse do Sr. Biden e deixasse o Brasil para os brasileiros. Se ele cuidasse do Sr. Biden, este não teria contribuído, com sua fraqueza e iniquidade, para que o Sr. Putin aprontasse o que está aprontando.

Claro, o Sr. Levianotsky deveria utilizar sua sabedoria para fins mais nobres. Nesse caso, ele teria a percepção de que mesmo enfrentando a falsidade e sordidez de gente encastelada na oposição, na mídia, na intelectualidade, na justiça e em outros setores, o presidente do Brasil saiu ileso no primeiro mandato e ganhará o segundo. Os brasileiros querem!

 

No que concerne ao argumento do Sr. Pereira, ressaltar o mérito da Suprema Corte brasileira pode ser objeto de piada. Nesse sentido, convém avaliar as informações contidas no texto Supremas Cortes dos Estados Unidos, França e Brasil (que pode ser acessado clicando-se sobre este título).

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[Divulgado no Estadão online de 22/Mar/2022]

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segunda-feira, 21 de março de 2022

Dor e sofrimento em outubro de 2022

Diante da notícia que o ministro Marcos Pontes estaria resistindo em entregar o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação ao Centrão e ameaçando desistir da pré-candidatura a deputado federal, quase uma centena de leitores do jornal Folha de São Paulo se manifestaram com comentários ou com os respectivos 'likes', de forma absolutamente inapropriada e rasteira.

 

Somando os comentários e os respectivos 'likes', constata-se que em outubro, haverá dor, sofrimento e risco cardiológico. Enfatize-se que eventuais ideias, planos, propostas de interesse das futuras gerações são substituídos por grosserias, ofensas e agressões; então, pode-se inferir que se trata de uma minoria ressentida, que não fará a menor diferença no resultado final. É bom alertar: as fraudes não serão permitidas e a violência será neutralizada. O resultado é previsível. Não tem erro.

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[Divulgado na Folha de São Paulo online de 21/Mar/2022]

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Problemas brasileiros cruciais

Diante da análise cuidadosa da atual conjuntura, formulada por um fraterno companheiro, com ênfase para as notícias eivadas de falsidade ou ...